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Veículos elétricos avançam no Brasil e começam a transformar o mercado de carros novos e usados

Preços mais competitivos, investimentos chineses e incentivos públicos aceleram a eletrificação, mas infraestrutura, desvalorização e manutenção ainda preocupam consumidores
27/07/2026Alisson JRS5,0 (1)1 comentários

Os veículos elétricos deixaram de ser uma novidade distante e passaram a ocupar um espaço cada vez maior no mercado brasileiro. Modelos que antes eram considerados caros e restritos a consumidores de alta renda começaram a chegar ao país com preços mais competitivos, maior autonomia e mais equipamentos.

A entrada de fabricantes chinesas, principalmente BYD, GWM, Omoda, Geely e outras marcas, aumentou a concorrência e pressionou as montadoras tradicionais a rever seus preços, tecnologias e estratégias de produção.

Esse movimento oferece vantagens ao consumidor e pode ajudar na redução das emissões de poluentes. Ao mesmo tempo, gera dúvidas sobre recarga, manutenção, duração das baterias, valor de revenda e impactos sobre os veículos usados a combustão.

Mercado brasileiro registra crescimento acelerado

De acordo com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a ABVE, o Brasil emplacou 223.912 veículos leves eletrificados em 2025, incluindo modelos totalmente elétricos, híbridos e híbridos plug-in.

O resultado representou crescimento de aproximadamente 26% em comparação com 2024, quando foram comercializadas 177.358 unidades.

O crescimento continuou em 2026. Somente nos dois primeiros meses do ano, foram vendidos 48.591 veículos eletrificados, número cerca de 90% superior ao registrado no mesmo período de 2025.

Em janeiro de 2026, os eletrificados chegaram a representar aproximadamente 15% das vendas de veículos leves novos no Brasil, mostrando que o segmento já deixou de ocupar uma parcela insignificante do mercado.

Nos quatro primeiros meses de 2026, o país já havia registrado 122.463 unidades eletrificadas vendidas. Segundo a ABVE, quatro fabricantes voltadas principalmente a veículos elétricos e híbridos — BYD, GWM, Omoda e Geely — já apareciam entre as vinte montadoras com maior participação no mercado nacional.

Por que os carros elétricos estão ganhando espaço?

Um dos principais motivos é a redução do preço de entrada.

Durante muitos anos, um veículo elétrico custava muito mais do que um carro popular a combustão. Com a chegada dos fabricantes chineses e o avanço das baterias, alguns modelos compactos passaram a concorrer diretamente com automóveis flex automáticos e até com determinadas versões de veículos populares.

Isso não significa que todos os elétricos sejam mais baratos. SUVs elétricos, modelos de grande autonomia e veículos de luxo continuam tendo preços elevados. Entretanto, nos veículos compactos, a diferença diminuiu consideravelmente.

Além disso, alguns elétricos oferecem de série equipamentos que normalmente aparecem apenas em versões mais caras de carros a combustão, como:

  • câmbio automático;
  • central multimídia de grandes dimensões;
  • câmeras de estacionamento;
  • controles eletrônicos de segurança;
  • chave presencial;
  • painel digital;
  • sistemas de assistência ao motorista.

Por isso, a comparação deve considerar não apenas o preço, mas também o nível de equipamentos, o custo de utilização e o perfil de deslocamento do proprietário.

Principais vantagens dos veículos elétricosEconomia no uso diário

O motor elétrico aproveita melhor a energia do que um motor a combustão. Para quem consegue recarregar em casa, principalmente durante a noite, o custo por quilômetro pode ser menor do que o gasto com gasolina ou etanol.

Essa economia depende da tarifa de energia elétrica, do consumo do veículo e do preço local dos combustíveis.

Menor necessidade de manutenção mecânica

Os veículos totalmente elétricos não utilizam vários componentes presentes nos carros tradicionais, como:

  • óleo do motor;
  • filtro de óleo;
  • velas de ignição;
  • correia dentada;
  • escapamento;
  • embreagem;
  • sistema convencional de injeção de combustível.

Isso pode reduzir a quantidade de manutenções periódicas. Entretanto, pneus, suspensão, freios, sistema de ar-condicionado, componentes eletrônicos e bateria continuam exigindo inspeção e cuidados.

Menos ruído

O motor elétrico trabalha de forma silenciosa. Essa característica pode melhorar o conforto dos ocupantes e ajudar a reduzir o barulho nas cidades.

Redução das emissões locais

Um veículo totalmente elétrico não emite gases pelo escapamento durante sua utilização. Isso pode melhorar a qualidade do ar em regiões com grande circulação de automóveis.

O benefício ambiental completo, porém, deve considerar também a fabricação do veículo, a produção das baterias, a origem da energia elétrica e a destinação dos componentes no final da vida útil.

No caso brasileiro, a elevada participação de fontes renováveis na geração de eletricidade pode favorecer o resultado ambiental da eletrificação em comparação com países muito dependentes de carvão ou óleo combustível.

Condução mais confortável

Os motores elétricos entregam torque de forma imediata. Na prática, isso oferece acelerações rápidas, funcionamento suave e ausência das trocas de marcha tradicionais.

Problemas e desafios da eletrificação no Brasil

Apesar do crescimento, o veículo elétrico ainda não é a melhor solução para todos os consumidores.

Rede de recarga insuficiente

A quantidade de carregadores públicos está aumentando, principalmente nas capitais, grandes centros urbanos, rodovias e estabelecimentos comerciais. Mesmo assim, a infraestrutura ainda é desigual.

Para quem mora em casa e possui garagem, a instalação de um carregador pode ser relativamente simples. Já moradores de condomínios podem enfrentar dificuldades relacionadas à autorização, instalação elétrica, medição individual do consumo e divisão de custos.

Em viagens longas, o motorista também precisa verificar antecipadamente onde poderá carregar o veículo e se o equipamento está funcionando.

Uma pesquisa divulgada em 2026 indicou que a falta de infraestrutura de recarga está entre as principais razões apresentadas por consumidores brasileiros que decidiram adiar ou reconsiderar a compra de um elétrico.

Tempo para recarregar

Abastecer um automóvel com gasolina ou etanol leva poucos minutos. A recarga elétrica pode levar de alguns minutos a várias horas, conforme a potência do carregador, a capacidade da bateria e a tecnologia do veículo.

Carregadores rápidos reduzem esse tempo, mas não estão disponíveis em todas as cidades.

Autonomia em viagens

Os veículos elétricos compactos atendem bem ao uso urbano diário. Porém, em trajetos rodoviários extensos, a autonomia pode exigir paradas programadas.

Também pode haver variação no consumo quando o automóvel transporta muita carga, enfrenta subidas, utiliza intensamente o ar-condicionado ou trafega em velocidades elevadas.

Oficinas e mão de obra especializada

Veículos elétricos trabalham com sistemas de alta tensão. Por esse motivo, reparos e diagnósticos devem ser realizados por profissionais treinados e com equipamentos adequados.

Em cidades menores, ainda pode existir pouca disponibilidade de oficinas especializadas, peças e serviços para determinadas marcas.

Seguro e reparação

O valor do seguro pode variar bastante. O custo de sensores, módulos eletrônicos, componentes importados e peças da carroceria pode tornar alguns reparos mais caros.

Em uma colisão, a seguradora também precisa verificar se houve dano na bateria ou no sistema de alta tensão.

Destinação e reciclagem das baterias

As baterias possuem longa vida útil, mas não são eternas. O mercado brasileiro precisará ampliar estruturas para diagnóstico, reutilização, armazenamento, reciclagem e descarte ambientalmente adequado.

Baterias que já não apresentam desempenho suficiente para movimentar um veículo ainda podem ser aproveitadas, em alguns casos, para armazenamento estacionário de energia.

O impacto sobre os veículos usados

A chegada de elétricos novos com preços mais baixos pode afetar diretamente o mercado de seminovos.

Quando uma montadora reduz significativamente o preço de um veículo zero-quilômetro, o valor das unidades usadas do mesmo modelo também tende a cair. Caso contrário, o consumidor preferirá comprar o veículo novo, com garantia completa.

Esse fenômeno foi observado em alguns modelos elétricos vendidos no Brasil. Levantamentos publicados entre 2024 e 2026 identificaram casos de veículos elétricos com perdas superiores a 40% em relação aos preços praticados no lançamento.

A desvalorização não ocorre da mesma forma em todos os automóveis. Ela depende de fatores como:

  • preço original;
  • reduções promovidas pela fabricante;
  • aceitação da marca;
  • disponibilidade de peças;
  • garantia da bateria;
  • autonomia;
  • quantidade de concessionárias;
  • facilidade de revenda;
  • chegada de versões mais modernas.

Alguns elétricos apresentam desvalorização elevada, enquanto outros começam a conquistar maior estabilidade no mercado de seminovos. Um levantamento divulgado em junho de 2026 chegou a indicar valorização de determinados elétricos usados entre março e maio daquele ano, mostrando que o mercado ainda está em formação e pode oscilar rapidamente.

Elétricos baratos também pressionam os usados a combustão

O impacto não se limita aos próprios veículos elétricos usados.

Quando um elétrico novo, automático e bem equipado é oferecido por um preço próximo ao de um automóvel usado a combustão, parte dos compradores passa a comparar as duas opções.

Isso pode reduzir a procura por determinados carros seminovos, especialmente:

  • modelos automáticos de entrada;
  • compactos usados com preços elevados;
  • veículos de marcas com manutenção cara;
  • carros com consumo alto;
  • modelos antigos com poucos equipamentos de segurança.

Entretanto, os veículos a combustão ainda possuem vantagens importantes no mercado de usados:

  • rede de abastecimento disponível em todo o país;
  • maior quantidade de oficinas;
  • peças mais facilmente encontradas;
  • conhecimento técnico consolidado;
  • maior facilidade de uso em viagens;
  • mercado de revenda mais conhecido.

Em julho de 2026, estudos sobre preços anunciados mostraram comportamentos diferentes dentro do próprio mercado de usados. Alguns levantamentos apontaram recuo nos preços médios durante o primeiro semestre, enquanto outros indicaram valorização acumulada de veículos tradicionais. Isso demonstra que não é correto afirmar que todos os usados estão perdendo valor exclusivamente por causa dos elétricos.

A eletrificação é um fator de pressão, mas juros, crédito, renda, oferta de veículos, idade da frota, custos de manutenção e preços dos carros novos também influenciam o mercado.

O medo da bateria prejudica a revenda

Uma das principais dúvidas de quem compra um elétrico usado é o estado da bateria.

O consumidor deseja saber:

  • quanto da capacidade original ainda está disponível;
  • quantos quilômetros o veículo ainda consegue percorrer;
  • se a bateria sofreu algum impacto;
  • qual é o prazo restante da garantia;
  • quanto custaria uma eventual substituição.

Essa insegurança pode reduzir o valor oferecido pelo veículo, mesmo quando a bateria está em boas condições.

Por outro lado, dados de monitoramento de frotas vêm mostrando que muitas baterias duram mais do que parte dos consumidores imaginava. O problema é que o mercado brasileiro ainda precisa popularizar laudos confiáveis sobre o estado de saúde da bateria, conhecido como State of Health ou SOH.

No futuro, esse laudo poderá ter importância semelhante à verificação de quilometragem, histórico de manutenção, laudo cautelar e análise estrutural dos veículos convencionais.

Incentivos do Governo Federal

O principal programa federal relacionado à modernização da indústria automotiva é o Programa Mobilidade Verde e Inovação, conhecido como Mover.

O programa estabelece metas de eficiência energética, reciclagem, segurança e redução das emissões ao longo do ciclo de vida dos veículos.

O Mover prevê aproximadamente R$ 19,3 bilhões em créditos financeiros entre 2024 e 2028. Esses créditos podem ser usados por empresas para abatimento de tributos federais, desde que realizem investimentos em pesquisa, desenvolvimento e novos projetos de produção no Brasil.

O programa não beneficia exclusivamente carros elétricos. Ele também alcança tecnologias mais eficientes, biocombustíveis, veículos híbridos e projetos industriais com menor impacto ambiental.

Em 2025, o Governo Federal também anunciou redução de IPI para veículos mais sustentáveis, econômicos e seguros, incluindo a possibilidade de alíquota zero para determinados modelos compactos fabricados no Brasil e que cumpram os requisitos estabelecidos.

Além dos incentivos federais, alguns estados e municípios oferecem benefícios próprios, como redução ou isenção de IPVA, descontos tributários e regras diferenciadas de circulação. Essas condições variam conforme a legislação local.

Governo também retomou o imposto de importação

Embora existam incentivos à produção sustentável, o Governo Federal retomou gradualmente o Imposto de Importação sobre veículos elétricos e híbridos.

A cobrança havia sido zerada, mas voltou a ser aplicada em janeiro de 2024, com aumento progressivo das alíquotas. O objetivo declarado foi estimular a produção nacional, o desenvolvimento de fornecedores e a geração de empregos no Brasil.

Em julho de 2025, o governo alterou novamente o cronograma para veículos importados desmontados ou semidesmontados, buscando acelerar a aplicação da tarifa de 35%, ao mesmo tempo em que criou quotas temporárias de importação com alíquota zero.

Na prática, o governo tenta equilibrar dois interesses:

  1. permitir que novas tecnologias entrem no país;
  2. evitar que o Brasil se transforme apenas em importador de veículos prontos.

A política procura incentivar as fabricantes estrangeiras a produzir localmente, contratar trabalhadores brasileiros e desenvolver fornecedores nacionais.

A parceria entre Brasil e China

A China é atualmente uma das maiores forças mundiais na fabricação de veículos elétricos, baterias e componentes eletrônicos.

A aproximação entre Brasil e China nessa área não representa apenas a importação de automóveis. Ela também envolve investimentos industriais, construção de fábricas, transferência de tecnologia, produção de baterias e criação de redes de fornecedores.

Um dos maiores projetos é o complexo industrial da BYD em Camaçari, na Bahia. O investimento anunciado é de aproximadamente R$ 5,5 bilhões. O Governo Federal classificou a fábrica como um projeto importante para a política de reindustrialização e para a parceria econômica entre Brasil e China.

O projeto ocupa a área onde funcionava uma fábrica da Ford e prevê a produção de veículos elétricos e híbridos.

A GWM também mantém investimentos industriais no país. A entrada dessas empresas aumenta a concorrência, amplia a oferta de tecnologia e pode gerar empregos.

Por outro lado, o Brasil precisará evitar uma dependência excessiva de componentes importados. Para que a parceria produza benefícios de longo prazo, será necessário desenvolver fornecedores nacionais, engenharia local, formação técnica, produção de componentes e capacidade de reciclagem de baterias.

Veículo elétrico não utiliza um novo combustível

É comum dizer que o carro elétrico representa uma nova modalidade de combustível. Tecnicamente, porém, a eletricidade não funciona no veículo da mesma forma que gasolina, etanol ou diesel.

O automóvel elétrico utiliza uma nova forma de propulsão, baseada em motores elétricos alimentados por baterias.

Já o híbrido combina duas formas de propulsão: um motor elétrico e um motor a combustão. Dependendo do modelo, esse motor pode utilizar gasolina, etanol ou tecnologia flex.

Os híbridos podem funcionar como uma transição

No Brasil, os híbridos possuem uma característica importante: oferecem parte dos benefícios da eletrificação sem depender totalmente de carregadores.

Os híbridos convencionais recarregam suas baterias durante o funcionamento e nas frenagens. Os híbridos plug-in podem ser carregados na tomada, mas também possuem motor a combustão para percursos mais longos.

Essa solução pode ser interessante durante o período de ampliação da infraestrutura de recarga.

Ao mesmo tempo, os híbridos possuem sistemas mecânicos mais complexos, pois reúnem motor elétrico, bateria e motor a combustão. Isso pode aumentar o número de componentes que precisarão de manutenção ao longo dos anos.

O Brasil não deve abandonar os biocombustíveis

A transição energética brasileira possui uma diferença em relação a outros países: o uso consolidado do etanol.

Por esse motivo, a política nacional não está concentrada apenas nos veículos totalmente elétricos. O Governo Federal também incentiva motores mais eficientes, híbridos flex, etanol, biometano e outros combustíveis de menor emissão.

Essa diversidade pode permitir que o país reduza emissões sem depender de apenas uma tecnologia.

O que o consumidor deve avaliar antes de comprar

Antes de escolher um veículo elétrico, é importante analisar:

  • quilometragem diária;
  • possibilidade de carregar em casa ou no trabalho;
  • autonomia real do modelo;
  • disponibilidade de carregadores nas viagens;
  • preço do seguro;
  • garantia da bateria;
  • rede de assistência técnica;
  • valor provável de revenda;
  • custo de instalação do carregador;
  • qualidade do pós-venda da fabricante.

Para quem utiliza o carro principalmente na cidade, possui garagem e pode recarregar em casa, o elétrico pode oferecer economia e conforto.

Para quem percorre longas distâncias, mora em regiões com poucos carregadores ou troca de veículo frequentemente, o híbrido ou o automóvel a combustão ainda pode oferecer maior praticidade.

Conclusão

A chegada dos veículos elétricos ao mercado brasileiro é uma transformação definitiva, mas ainda está em fase de amadurecimento.

Os novos modelos aumentaram a concorrência, trouxeram mais tecnologia e começaram a reduzir a diferença de preços em relação aos veículos tradicionais. Os investimentos chineses também podem contribuir para a reindustrialização, geração de empregos e modernização da cadeia automotiva.

Por outro lado, o Brasil ainda precisa ampliar a infraestrutura de recarga, formar profissionais, criar padrões confiáveis para avaliar baterias usadas, melhorar a oferta de peças e estruturar sistemas de reciclagem.

No mercado de seminovos, a redução rápida dos preços dos veículos novos pode provocar forte desvalorização. Essa situação exige atenção tanto de consumidores quanto de revendedores, financeiras, seguradoras e empresas de avaliação veicular.

A tendência é que carros elétricos, híbridos, híbridos flex e veículos movidos a biocombustíveis convivam durante muitos anos. Em vez de uma substituição imediata, o Brasil provavelmente passará por uma transição gradual, influenciada pelo preço, pela infraestrutura e pelas necessidades de cada motorista.

Fontes consultadas: Associação Brasileira do Veículo Elétrico — ABVE; Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores — Fenabrave; Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços — MDIC; Governo Federal; Empresa de Pesquisa Energética — EPE; Mobiauto; Quatro Rodas; CNN Brasil e levantamentos de mercado publicados entre 2024 e julho de 2026.

Fontes consultadas
ABVE, MDIC, EPE, Mobiauto, Quatro Rodas e CNN Brasil

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Comentários

Saimon Rocha28/07/2026 07:59

Acho interessante fazer esse tipo de levantamento, ajuda muito no entendimento do mercado como um todo, infelizmente para a modernidade algumas categorias de negocios nesse caso lojas de usados sofrem com a inserção desse tipo de veiculo no mercado devido valores, garantia e incentivo do governo, mas acredito que seja questão de tempo para uma adaptação e adequação para venda desse tipo de usado, o que ira resultar em um cerscimento nas vendas para uma população que busca tecnologia e econômia.

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